segunda-feira, 20 de julho de 2009

COOPERATIVISMO DE CRÉDITO E DE PRODUÇÃO

O sistema cooperativo existe há mais de cem anos no Brasil. Teve seus altos e baixos nesse período. Com certeza se trata de uma experiência vitoriosa. Os eventuais insucessos ficam por conta, quase sempre, da má gestão, quando os verdadeiros cooperados deixam a administração por conta dos empregados, que passam a planejar metas para si próprios em detrimento dos cooperados.

Minha experiência como cooperado ocorreu a partir de 1997 quando, na qualidade de Presidente da Associação Sul-mato-grossense do Ministério Público motivei colegas e instituímos a SICREDI-JURÍDICA. Um começo difícil pela falta de cultura e pela desconfiança inicial. Apenas 21 associados e capital de R$ 2.100,00. Obtivemos a autorização no Banco Central e em 21 de dezembro de 1997 começamos a operar.

Hoje, 12 anos após, a SICREDI-JURÍDICA abrange cooperados de todas as carreiras jurídicas, detém um capital de mais de R$ 3 milhões de reais e opera mensalmente mais de R$ 10 milhões de reais. Muitos colegas que não conseguiam mais pagar sequer os juros dos cheques especiais bancários controlaram as suas contas em razão da prática de juros justos e muitos hoje são investidores.

O segredo desse sucesso é uma Diretoria sempre atenta, controles rígidos e contínuo aperfeiçoamento dos representantes dos cooperados e dos empregados. Também é exigido uma permanente reciprocidade. O cooperado tem vantagem mas deve fidelizar seus negócios bancários com a cooperativa que opera em todas as áreas do sistema financeiro.

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