domingo, 9 de agosto de 2009

HUMOR - O TUTTY É DEMAIS!

Sou testemunha de um "grave esquecimento" do Senador José Sarney em relação a uma pessoa de sua relação muito próxima, que vítima de um equívoco policial, foi logo pelo dito cujo descartado até como conhecido. Assim é que não pude deixar de rir e muito do texto abaixo, escrito pelo humorista Tutty no Jornal o Estado de São Paulo de 8/8/2009. Ria se puder.

"DNA de padrinho. Por uma questão de justiça, tomara que o nobre Agaciel Maia não tenha ficado chateado com Sarney, que dia desses não reconheceu como seu afilhado de casamento o genro do ex-diretor-geral do Senado.

Acontece com frequência nas relações afetivas de celebridades da política, do futebol e do jogo do bicho, gente poderosa ou de grande prestígio muito requisitada para coadjuvar batizados, matrimônios e pedidos de emprego, cada coisa a seu tempo, claro. E nem precisa ser padrinho contumaz para ser traído pela memória.

Quer ver só? Há muito tempo voce não lembra do seu afilhado, hein? Não telefona, não manda um presentinho e, se cruzar com ele na rua, capaz de nem identificá-lo na multidão.

Mais cedou ou mais tarde, por falta de tempo, dinheiro ou afinidade, todo padrinho acaba meio que deletando seu protegido. Quando há a agravante da quantidade, aí, então, é praticamente impossível se recordar de todos. O Maluf, por exemplo, não liga o nome à pessoa da maioria das 1.389 crianças que, dizem, ele batizou na vida pública.

O pior é que não existe teste de DNA para padrinho, né?"

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