domingo, 11 de outubro de 2009

O SILÊNCIO

Achei interessante o comentário de hoje no Correio do Estado sobre o livro "Pedro Páramo" do Escritor Mexicano Juan Rulfo. Um escritor que revela o seu interior, expondo suas esperanças e também desilusões com a vida.
"Rulfo defende que a morte nao se reparte com ninguém e que é preciso tomar cuidade com quem andamos, uma vez que as pessoas não andam à procura de tristeza."
"De acordo com o autor, a voz do pobre é feita de fiapos humanos. Defende que as pessoas simples ficam tanto tempo sem erguer o rosto que acabam esquecendo de olhar para o céu. E, ainda, "a única coisa que faz com a gente mova os pés é a esperança de que ao morrer nos levem de um lugar a outro; mas quando fecham para a gente uma porta e a que continua aberta é só a do inferno, mais valeria não ter nascido".

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