domingo, 22 de novembro de 2009

CESARE BATTISTI, NOVAMENTE

O que fez Cesari Battisti para merecer a defesa eloqüente do Ministro da Justiça Tarso Genro , do Senador Suplicy e de outros camaradas que teimam em ficar na extrema e atrasada esquerda?
Bem, pelo que a imprensa noticia, ele pertenceu a um grupo de extrema esquerda da política italiana que queria comunizar o país. No entanto, segundo a Justiça da Itália, seus crimes não podem ser tidos como conseqüência do seu ativismo político. Cesare Battisti matou quatro pessoas que nada tinha a ver com a política. Entre eles um açougueiro, pessoa comum, sem qualquer vínculo político. Eu mesmo li a carta da filha dessa vítima, que então criança, desceu do seu sobrado onde morava e viu estupefata o pai agonizando à porta do seu pequeno comércio.
A decisão do STF, ainda que imprecisa, como afirmou o Ministro Cézar Peluzo, teria sido “pura perda de tempo, comparável à gratuidade de uma atividade de brincadeira infantil.” No que foi secundado pelo Ministro Presidente Gilmar Mendes: “Não há espaço para escoha quanto a sua observância. Até porque o STF não é órgão de consulta.”
Pelo teor de tais afirmações, como operador do direito e cidadão, ouso cobrar do STF uma notificação do resultado, ao Presidente da República, onde fique claro que a ele compete firmar o ato de extradição, mas que a decisão de extraditar já foi tomada e deve ser cumprida.

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