domingo, 29 de novembro de 2009

CHINA PEDE FIM DE BARREIRAS E SALVAGUARDAS

Esta é a questão. Não importa se é a China ou os Estados Unidos ou outro país qualquer. Quando a balança comercial pende para um lado, vem a cobrança. Então o que devia interessar ao Governo era investir no Conhecimento da população. O ensino fundamental, médio profissionalizante e no ensino superior, ser forte na pesquisa. Isto para dotar o país de conhecimento tecnológico e incrementar o desensolvimento da indústria brasileira. Caso contrário vamos ter de exportar uma tonelada de carne ou de soja, por meio quilo de tecnologia, sempre. O conhecimento, insito e não o pré-sal é importante. O artigo a seguir, do Jornal O Estado de São Paulo (28/11/2009) mostra-nos essa verdade.

JAMIL CHADE - Agencia Estado. GENEBRA - O vice-ministro de Comércio da China, Yi Xiaozhun, pediu o fim das barreiras e salvaguardas aos produtos chineses no mercado brasileiro e alertou que essa é uma das condições para que o Brasil também tenha acesso facilitado ao mercado chinês. "Queremos ampliar as nossas exportações ao Brasil e esperamos ver uma solução para a questão das barreiras", afirmou o vice-ministro, em declarações ao Estado.
Nos dez primeiros meses de 2009, a China foi o maior destino das exportações nacionais. O volume chegou a US$ 17,7 bilhões, bem acima dos US$ 12,8 bilhões comprados pelos Estados Unidos.

Hoje, o governo chinês insistiu que está na hora de o Brasil comprar mais produtos de Pequim, inclusive no setor agrícola, se quiser garantir que a soja ou carnes brasileiras tenham um melhor acesso ao mercado chinês. "O Brasil precisa comprar mais legumes e produtos relacionados à pesca vindos da China", afirmou o vice-ministro de Agricultura, Nyu Dun.

O recado das autoridades chinesas é claro: o comércio é recíproco e o Brasil não pode esperar maior acesso ao mercado chinês enquanto ficar adotando barreiras contra os produtos de Pequim. Segundo Dun, outro problema ainda é a questão fitossanitária com a carne brasileira. Mas alerta que mesmo que o Brasil forneça um quilo de carne para cada chinês por ano, não teria como abastecer o mercado asiático.

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