terça-feira, 24 de novembro de 2009

A ECONOMIA PÚBLICA BRASILEIRA APRESENTA ERROS

O Jornal O Estado de São de Paulo deste dia 22 de novembro traz informações preciosas para quem quer ficar antenado com a economia do País. Considerado um dos melhores, senão o melhor gestor de recursos do Brasil, Luís Stuhlberger, da Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG), está muito preocupado com os rumos da política econômica brasileira. Ele acha que o país está num quadro de "contínua deterioração fiscal, populismo, assistencialismo, e perda de competitividade."

"A Fazenda descobriu uma estratégia para o Tesouro repassar os recursos para os bancos públicos sem afetar a dívida pública. Isso é possível porque a operação entre as duas partes do setor público é neutra em termos de endividamento líquido, mas aumenta a dívida bruta".

Segundo os dados citados no relatório de Stuhlberger, os repasses do Tesouro para o BNDES somavam R$ 137 bilhões. A dívida bruta aumentou de 54,8% do PIB em junho de 2008, para 66,5% em setembro de 2009.

O Jornal Folha de São de Paulo, de hoje dia 24 de novembro, toca no mesmo assunto ao afirmar que o Brasil vem perdendo espaço no comércio com os Estados Unidos graças a uma combinação que, segundo especialistas, envolve a valorização do real, a perda de competitividade das empresas, a alta carga tributária brasileira, a falta de política comercial e a própria crise da economia norte-americana. Pelos dados do governo norte-americano, os Estados Unidos acumulam superávit de US$ 4 bilhões com o Brasil até setembro, um aumento de 284% em relação ao mesmo período de 2008.

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