quinta-feira, 18 de março de 2010

ÁGUAS DE MARÇO - TOM JOBIM

Andando pelas ruas de Campo Grande, bem que a gente lembra de Tom Jobim - Águas de Março:
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol

É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o MatitaPereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira...

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