domingo, 11 de abril de 2010

RORAIMA, TERRA DE MACUNAÍMA

Estou em Boa Vista, capital de Roraima, participando de um Encontro da Fundação Ulysses Guimarães de formaçãoo política. Avaliação e motivação para ampliação dos Cursos de Preparação Basica em Política, Gestão Publica e Agentes de Cidadania Comunitária.

Após o encerramento do Encontro tive a oportunidade da gentileza de uma passeio para conhecer a cidade. Não somente os pontos mais conhecidos como também os bairros mais afastados. Pude ver como vivem os Boa-vistenses, em suas dificuldades e também em suas expectativas de viver em uma capital que está sendo construída. Ruas largas, pavimentadas, água tratada, esgotamento sanitário em boa parte da cidade, grandes obras viárias e prédios públicos. Praças extensas onde se reunem os jovens e parcela da população. Gostei da limpeza e dos aspectos urbanos da Capital.

Por outro lado, tomei contato com informações importantes sobre a vida dos indigenas, seus deslocamentos, como vieram até esta parte do Território Sul-americano desde as antilhas. A boa relação dos Indios com os Brancos desde que não haja interferência em suas malocas e aldeias.

Também fui agraciado com uma informação interessante: Em minha adolescencia li o livro Papillon, sobre a vida de um criminoso frances que esteve preso na Guiana Francesa e depois escapou do presidio e viveu por aqui. No livro dava como sua morte teria ocorrido na vizinha Venezuela o que foi desmentido pelo relato de pessoas que cuidaram dele até sua morte em cidade vizinha a Boa Vista onde encontra-se sepultado. Em verdade, segundo um livro recentemente publicado, foi seu parceiro de cela que migrou para a Venezuela, estando o verdadeiro Papillon sepultado em Terras Brasileiras. Ultima de suas façanhas foi um assalto e uma casa de comércio, que também funcionava à época como um posto bancário. O dinheiro amealhado no assalto foi enterrado em uma Serra na divisa com a Venezuela e deu origem ao nome do próprio local: Serra do Banco. Vou ler o segundo livro.

E Macunaíma? Para algumas tribos o próprio ser superior: DEUS. Para outras tribos, um ser terrível, invejoso, destruidor da natureza e dos homens: um ser satânico.

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