quinta-feira, 13 de maio de 2010

SOBRE ELEIÇÕES

O Tribunal Superior Eleitoral acaba de responder a consulta de forma negativa quanto a possibilidade de haver coligações nos Estados que não seja a mesma para Governador e Senadores sob uma mesma coligação. O fato impede, por exemplo a Candidatura ao Senado por São Paulo, de Romeu Tuma, cujo partido pretende fazer coligações descasadas para o Governo do Estado e Senador.

Essa questão de coligação é uma dessas deformações do processo eleitoral brasileiro que impede o aperfeiçoamento dos Partidos Políticos. Precisa ser extinto para obrigar cada Partido a lançar os seus própros Candidatos ao Governo, às Prefeituras e a Presidência da República, ao menos no primeiro Turno. Assim também a proibição para coligações proporcionais. E cada Partido emergeria das Urnas com a legitimidade do voto do eleitor na aprovação do respectivos programas e candidatos.

Do jeito que é hoje, o resultado das urnas sai contaminado pelo mal do artificialimso, que resulta de ajuntamentos de Partidos sem qualquer ideologia comum ou mesmo programa de ação. E o eleitor vota sem saber no que está votando e se o eleito será mesmo aquele que teve mais voto no seu Partido de preferência.

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